AMP Blog
 
19 octubre, 2007
 
Posteado por A.A.delaR. a viernes, octubre 19, 2007
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Hacia la Conversación clínica del VI Congreso de la AMP



Recordamos a los colegas de la AMP la convocatoria a la presentación de casos clínicos para las conversaciones que tendrán lugar durante el 3er día del Congreso, el 23 de abril de 2008. Las escuelas de la AMP han iniciado el trabajo preparatorio, que contempla resaltar las diferentes presentaciones del objeto, sea en sus formas naturales o en sus equivalentes en los objetos producidos por la cultura, tanto en los de la ciencia y de la técnica como los de la sublimación. La conversación clínica en el Congreso será para nosotros un lugar de actualización de la clínica psicoanalítica. Una ocasión privilegiada para dar cuenta de la presencia del cuerpo en el discurso analizante, en tanto la experiencia de un análisis permite hacer caer el significante amo de su lugar de absoluto para otorgarle el valor de semblante. La extracción del objeto a es lo que viene a ocupar su lugar en tanto el punto de incidencia del sujeto del inconciente sobre el cuerpo. Para esta conversación clínica en el Congreso aprovecharemos lo que nos enseña la práctica analítica, tanto la realizada en los consultorios como en los Centros asistenciales, hospitales etc. El Comité de Acción de la Escuela Una tendrá a su cargo la selección de los 48 trabajos que serán discutidos en las 4 salas simultáneas que funcionarán en tres horarios diferentes con un número limitado de participantes por sala. Los casos deberán ser enviados a la Secretaría del Congreso a la siguiente dirección electrónica: amp2008.congreso@gmail.com con copia a Adriana Rubistein arubist@fibertel.com.ar antes del 20 de octubre de 2007, con una extensión máxima de 9000 caracteres con espacios.




Ricardo Seldes



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Verso la Conversazione clinica nel VIº Congresso della AMP



Ricordiamo ai colleghi della AMP la convocazione per presentare dei casi clinici per le conversazioni che avranno luogo durante il terzo giorno del Congresso, il 23 aprile 2008.
Le scuole della AMP hanno iniziato il lavoro preparatorio che mira a mettere in evidenza le diverse presentazioni dell’oggetto, sia nelle sue forme naturali o nei suoi equivalenti negli oggetti prodotti dalla cultura, sia in quelli della scienza e della tecnica come pure in quelli della sublimazione. La conversazione clinica nel Congresso sarà per noi un luogo di aggiornamento della clinica psicoanalitica. Un’occasione privilegiata per rilevare la presenza del corpo nel discorso analizzante poichè l’esperienza di un’analisi permette di fare cadere il significante padrone dal suo posto di assoluto per dargli il valore di sembiante. L’estrazione dell’oggetto a è ciò che viene ad occupare il suo luogo inteso come il punto di incidenza del soggetto dell’inconscio sul corpo.
Per questa conversazione clinica nel Congresso approfitteremo di ciò che ci insegna la pratica analitica nei consultori come nei Centri di assistenza, ospedali, ecc.
Il comitato di Azione della Scuola Una avrà a suo carico la selezione dei quarantotto lavori che verrano discussi nelle quattro sale simultanee e funzionerano in tre orari diversi con un numero limitato di partecipanti per sala.
I casi (9000 segni al massimo, spazi inclusi) dovrano essere inoltrati alla Segreteria del Congresso
amp2008.congreso@gmail.com ed a Adriana Rubistein arubist@fibertel.com.ar non oltre il 20 ottobre 2007.
Ricardo Seldes
Traduzione: Laura Rizzo

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Vers la conversation clinique du VIe congrès de l’AMP

Nous rappelons aux collègues de l’AMP qu’ils sont invités à présenter des cas cliniques pour les conversations qui auront lieu le troisième jour du congrès, le 23 avril 2008.
Les Écoles de l’AMP ont engagé le travail préparatoire, qui entend mettre en exergue la diversité des modes de présentation de l’objet, qu’il s’agisse de ses formes naturelles ou de leurs équivalents dans la culture, et ce, tant pour les objets de la science et de la technique que pour ceux de la sublimation.
Cette conversation sera pour nous un moment d’actualisation de la clinique psychanalytique. Une occasion privilégiée pour rendre compte de la présence du corps dans le discours analysant, dans la mesure où l’expérience d’une analyse permet de faire choir le signifiant-maître de sa position d’absolu, pour lui octroyer une valeur de semblant. L’extraction de l’objet a est ce qui vient occuper ce lieu en tant que point d’incidence du sujet de l’inconscient sur le corps.
Lors de cette conversation clinique, nous mettrons à profit ce que nous enseigne la clinique analytique, aussi bien en cabinet que dans les centres de soins, les hôpitaux, etc.
Le Comité d’action de l’École Une aura en charge la sélection des quarante-huit travaux discutés dans quatre salles simultanées, qui se tiendront à trois horaires différents, avec un nombre limité de participants par salle.
Les cas sont à adresser avant le 20 octobre 2007 et par voie électronique au Secrétariat du congrès (
amp2008.congreso@gmail.com) avec copie à Adriana Rubistein (arubist@fibertel.com.ar). Ils ne devront pas excéder 9000 signes espaces compris.

Ricardo Seldes
Traduction : Pascale Fari.





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Rumo à Conversação Clínica no VI° Congresso da AMP


Recordamos aos colegas da AMP, a convocação à apresentação de casos clínicos para as conversações que terão lugar durante o terceiro dia do Congresso, o 23 de abril de 2008. As escolas da AMP iniciaram o trabalho preparatório que contempla ressaltar as diferentes apresentações do objeto, seja em suas formas naturais ou em seus equivalentes nos objetos produzidos pela cultura, sejo nos da ciência e da técnica, como os da sublimação. A conversação clínica no Congresso será para nós, um lugar de atualização da clínica psicanalítica. Uma ocasião privilegiada para dar conta da presença do corpo no discurso do analisante, enquanto a experiência de uma análise permite fazer cair o significante amo de seu lugar de absoluto, para outorgar-lhe o valor de semblante. A extração do objeto a é o que vem ocupar seu lugar enquanto ponto de incidência do sujeito do inconciente sobre o corpo. Para esta conversação clínica no Congresso, aproveitaremos o que nos ensina a prática analítica, tanto a realizada nos consultórios, quanto nos Centros assistenciais, hospitais, etc. O Comitê de Ação da Escola Una terá sob sua responsabilidade, a seleção dos 48 trabalhos que serão discutidos nas 4 salas simultâneas que funcionarão em três horários diferentes, com um número limitado de participantes por sala. Os casos deverão ser enviados à Secretaria do Congresso para a seguinte direção electrônica: amp2008.congreso@gmail.com com cópia para Adriana Rubistein arubist@fibertel.com.ar , antes de 20 de outubro de 2007, com uma extensão máxima de 9.000 caracteres com espaço.Ricardo Seldes

Tradução: Maria Cristina Maia Fernandes




 
 
 
COLÓQUIO -ESCOLA BRASILEIRA DE PSICANÁLISE-DELEGAÇÃO PARANÁ
Posteado por A.A.delaR. a viernes, octubre 19, 2007
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Do Objeto a ao Sinthoma


24 e 25 de novembro de 2007


O título de nosso Colóquio sugere uma trajetória de formalização conceitual no ensino de Lacan, e culmina no encontro da Psicanálise com a subjetividade de nossa era, onde o objeto a, como mais-de-gozar, se evidencia no lugar de agente, trazendo conseqüências para o tratamento do sintoma.
A produção de um sujeito, via Sujeito Suposto Saber, e o deciframento do sintoma, como metáfora, não mais pode responder aos sintomas ditos sociais, tais como: anorexia, bulimia, toxicomania, depressão, hiperatividade, sintomas psicossomáticos, etc ...
Os modos tradicionais de gozo, e sua regulação pelo ideal, há muito fracassaram. A forma de gozar, que agrupa os sujeitos na atualidade, é regida pelo empuxo-a-gozar, e a constituição dos laços sociais se faz pelos modos de gozo, comandados pelo imperativo superegóico: GOZA. Modos de gozo é um termo que corresponde às idéias do último ensino de Lacan.
A partir do Seminário 23 – Le Sinthome, dedicado ao estudo do escritor James Joyce, é cunhado o termo Sinthoma, representado pelo símbolo grego € , que indica a articulação entre Significante e Gozo.
A conceituação do objeto a se processa, no ensino de Lacan, a partir do Seminário X – A Angústia, e atravessa um percurso inventivo, histórico e clínico que, efetivamente, ao final de seu ensino, passa a configurar-se como o núcleo da experiência analítica, articulado à dimensão real do gozo, objeto a como mais-de-gozar, onde o Sinthoma é o que conjuga o sujeito como função significante, efeito de significação, e o gozo como o real que ele implica.
O VI Congresso da Mundial de Psicanálise – AMP, que se realizará em Buenos Aires, de 21 a 25 de abril de 2008, e tratará do objeto a na experiência analítica, é a causa de nossa Jornada, que pretende por em questão a clínica atual, dimensionada pelo último ensino de Lacan, que inscreve a Psicanálise à altura de nossa época.

Teresa Maria Aparecida Pavone
p/Comissão Científica


Convidamos a todos os colegas da Escola Brasileira de Psicanálise, a participar do Colóquio com a produção de um trabalho escrito (sobre o tema do evento) de no máximo 4 laudas / Espaço 1,5 / Arial 12 a ser enviado para apreciação da Comissão Científica da Delegação Paraná:
ebpparana@gmail.com


As comissões e seus participantes:


Divulgação: Leticia Lopes (coordenação)
Maria Otília Bento Hols
Leovanil Stange Filho
Fátima Fonseca
Maria Inez Carneiro Brito
Márcia Stival
Célia C.Winter
Letícia M. Lopes
Cecília Leonor Brescianini
Francisco Carlos Duarte
Leyseree Xavier
Zelma Abdala Galesi

Publicações: Nohemi I. Brown ( coordenação)Marcia Stival
Cesar Skaf
Teresa Pavone
Celia Ferreira
Confraternização: Mail Souza e Silva ( coordenação)
Maria Inez Carneiro Brito
Leovanil Stange Filho
Teresa PavoneAcolhimento:Norma Trinkel ( coordenação)
Renata Paula Soares
Fatima Fonseca Ramos
Mail souza e SilvaCientifica: Teresa Pavone ( coordenação)
Gilberto Fonseca
Fatima Fonseca Ramos
Zelma A GalesiInfraestrutura : Cesar Skaf ( coordenação)Zelma Galesi-Coordenadora Geral do Colóquio
 
 
 
[EBP-Veredas] Confirmando data Seminário Sabado - 27.10.07
Posteado por A.A.delaR. a viernes, octubre 19, 2007
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Departamento de Estudios sobre el niño en el Discurso Analítico - Centro Pequeño Hans
Posteado por A.A.delaR. a viernes, octubre 19, 2007
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18 octubre, 2007
 
Posteado por MG a jueves, octubre 18, 2007
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Jueves 18
Octubre 2007


León Ferrari obtuvo el máximo premio de la Bienal de Venecia
Es la primera vez en la historia que lo gana un artista argentino. Fue por su obra "La Civilización Occidental y Cristiana". El jurado valoró tanto la "sensatez" de su tono crítico como la forma renovadora de expresarlo.



Por: Mercedes Pérez Bergliaffa


LA OBRA PREMIADA. LA CONCRETO EN 1965, EN CONTRA DE LA GUERRA VIETNAM, Y LA EXHIBIO EN LA BIENAL VENECIA EN JUNIO DE ESTE AÑO.


Por primera vez en la historia, un artista argentino es galardonado con el máximo premio de la Bienal Internacional de Arte de Venecia, el mayor evento de arte a nivel mundial. Antes, sólo los argentinos Antonio Berni y Julio Le Parc habían obtenido premios allí, y eran premios menores que éste. -¿Se lo imaginaba, Ferrari?-Algo sospechaba - contó el artista a Clarín en directo desde Venecia, horas después de recibir el premio-. Me había parecido algo raro que hace un mes atrás una productora de la bienal me mandara un mail detallándome cosas como que la bienal daba premios, cuáles eran, etc. Cuando lo recibí, me acuerdo que pensé: 'Y bueno, por ahí me dan algo'. Pero ahora tengo una gran alegría. -¿Y cómo fue?-Bueno, el jurado, en especial, Robert Storr (el norteamericano director de la bienal) otorgó cuatro premios León de Oro (uno a la mejor representación nacional, la de Hungría; otro a un artista menor de 40 años, Emily Jacir; otro al crítico de arte y profesor de Harvard Benjamín Buchloh; y otra a Ferrari). Lo que me gustó mucho fue que pude decir, al subir a recibirlo, mis propósitos al hacer arte: ahí mismo dije que siempre quise hacer una crítica a la cultura occidental y a la religión cristiana, la que nos condena a la tortura si no pensamos como ella. -¿Qué dijo el jurado al entregarle el premio?-Dijeron que habían visto cosas muy sensatas en mi obra, pero dichas de una manera contemporánea, especialmente en lo referente a mis series de "Cristos" y del "Observatorio Romano", que son muy difíciles de debatir porque son cosas de la Iglesia. También el jurado celebró la forma que tengo de decir las cosas. Renovadora, la llamaron.-¿Y usted qué les contestó?-Que así como ellos me habían dado ese premio, yo también les iba a dar un premio a ellos -comenta Ferrari, riéndose-. También dediqué el premio a Alicia, mi mujer, y a mis hijos, a los hijos de mis hijos, y a los hijos de mis hijos de mis hijos. Y ahí el jurado se rió de vuelta.Se le siente la sonrisa por teléfono. Cansada, pero sonrisa al fin. Es que todo fue muy repentino: hace tres días le anunciaron que se ganó el premio, en el mismo momento le consiguieron los pasajes para viajar un par de horas después, antes de ayer llegó a Venecia y ayer mismo le entregaron el premio. Y hoy Ferrari ya está de vuelta, camino a la Argentina. No es poco baile para un artista de 87 años. -¿Qué piensa que fue lo que llamó la atención de su obra al jurado, que finalmente decidió otorgarle el máximo premio?-Bueno, creo que por una parte fue que es una obra que tiene una carga significativa (por la crítica a la Iglesia cristiana y romana), y justo esa carga tocaba al jurado, que estaba formado por un italiano, un inglés, un americano, un colombiano y un marroquí. Eso estuvo bien, que Robert Storr abriera el juego a otros países como el nuestro, por ejemplo, tanto para la exhibición como para los premios, y para la conformación del mismo jurado. Estuvo todo bastante repartido, esta vez.


(León Ferrari ha colaborado con sus obras en la muestra "El arte de Virtualia" en el Palais de Glace de Buenos Aires en el 2005 y en la Revista digital de la EOL Virtualia.)
 
 
 
EOL - Noches preparatorias del VI Congreso de la AMP
Posteado por A.A.delaR. a jueves, octubre 18, 2007
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El objeto a en la experiencia analítica.


Noches preparatorias del VI Congreso de la AMP. 2008.

Reseña del miércoles 3-X-07.

Se presentaron los trabajos de Alejandra Eidelberg:”Estilo de vida y objetos a en la experiencia psicoanalítica. Sobre un estilo despalabrado” y de Olga Molina: “Nudos y objeto a”. Los comentarios estuvieron a cargo de Ennia Favret y la coordinación fue de
Diana Wolodarsky quien presentó ambos trabajos, como orientados en la búsqueda de circunscribir lo más real que hay en el objeto a: Olga trabajando los nudos como un modo de escritura, la consistencia lógica y el plus de gozar y Alejandra a través de la escritura de Joyce y Beckett , intentando precisar el estilo de Lacan.
Ennia inició su exposición refiriéndose a los dos escritores irlandeses: James Joyce y Samuel Beckett, ambos vinculados por una amistad y por un particular modo de tratamiento de la lengua. Señala que Alejandra parte de una formulación de Lacan: “es el objeto lo que responde a la cuestión del estilo”y se propone en su trabajo: “considerar el estilo del último Lacan a la luz de Joyce y Beckett”.
Ubica el apartado medular del texto en: “Y donde Jim no es sin Sam” donde plantea que a partir de que el objeto “a causa” queda reducido a su estatuto de hueso OSBJET, hueso-objeto y de letra a que remite a otra escritura, Lacan alcanza otro estilo de transmisión que transita moebianamente por las caras Jim y Sam, de uno a otro estilo. El estilo Jim definido como el de la parodia y el de Sam como el camino de la búsqueda de lo sublime en la despalabra. Beckett en una carta alemana de 1937, explicita su búsqueda orientada hacia la salida de la “selva de los símbolos”. Ennia toma lo dicho por Alejandra cuando concluye que el camino de Sam es el opuesto al de Beckett: “ …ambas locuras logran horadar la debilidad mental generalizada, pero no de la misma manera. La revelación de la letra sonora se le impone a Joyce y éste la trata mediante un recurso no standard: su otra escritura que es también la de su ego en falta. Beckett, en cambio, con su yo a cuestas, debe ir en busca de este significante-letra, de su ansiada despalabra despojado de todo partener”.
Del texto de Olga, Ennia toma diferentes párrafos. Algunos de ellos:
“Lacan construye su nudo como consecuencia de las operaciones epistemológicas que realizó a lo largo de su enseñanza y que son consecuentes con la introducción de la categoría de lo real…”
Dos consideraciones teóricas fundamentales le permiten dar cuenta del objeto a en el nudo: a) La consistencia lógica: “es su naturaleza propia y aptitud para tener una función significante: el a es así, agujero con un borde que condensa goce y la clínica aporta qué presentación del objeto responde a cada tipo de borde”.
b) El plus de gozar como un “en más” que otorga “forma” al goce, es lo que del goce puede pasar al registro contable, goce escindido en dos, el elaborable y el suplementario que no se deja reducir.
Olga toma la palabra planteando que quiere abordar dos puntos de su trabajo: 1- La consistencia lógica y el plus de gozar y 2-Lituraterre y la letra japonesa.
Del punto 1, señala el viraje de Lacan en el Seminario del Acto cuando ubica al a, en una consistencia lógica, lo cual permite pensarlo como único, sostenido de lógica pura. Y lo que señala Miller al respecto: “porque el objeto a tiene consistencia lógica, es que puede tener función significante”. Considera que esto es lo que nos permite localizar el objeto a nivel del discurso y posibilitar su interpretación o su extracción. Lo considera un viraje fundamental porque también permite pensar la homología del S1 y del objeto a. Lacan en RSI, se refiere al Otro como una matriz de doble entrada: una es el S1 y otra es el objeto a.
Respecto al plus de gozar nos dice que parece un tema que no se deja atrapar fácilmente: Lacan en el Seminario XVI afirma que ese objeto introduce la función que es estructural del plus de gozar y Olga propone pensar al plus de goce como una función estructural del goce, ya que sin esta función el goce carece de forma, es el desborde. El a es todo agujero con un borde que impone una forma al goce. Lacan lo llama enforma y viene a restar completad al Otro.
El plus de goce es tratado en el Seminario XVI como uno de los nombres del objeto, en tanto el plus de goce aparece formulado como una función a la cual se presta el a. Es la función que despeja la unidad de goce.
Concluye Olga que la función y el topos del plus de goce en el nudo, están en relación, por su borde, con los diferentes campos en los que se ubica el goce. Es lo real que hace litoral ya que por su inclusión define la ex sistencia. Mientras el grafo introduce el régimen del Otro, el nudo corresponde al registro del Uno, clave del nudo borromeo. Sólo hay goce del Uno.
Alejandra buscó transmitirnos en qué coordenadas ubicó su texto: eligió una de las últimas versiones del objeto a, como obsject, ligado al hueso y también al otro con minúscula que también remite a la primera versión del a, en el esquema L, como otro imaginario. Pero acá este otro ( l´autre, del francés), está pensado en femenino y remite a otra escritura. Le interesó, a partir del estilo de vida, tomar un aspecto de la vida posible de un sujeto hablante, que es la transmisión de lo que hace, sus elaboraciones y el sujeto que eligió fue Lacan. Pero un Lacan con un estilo de transmisión alejado de la lingüística Saussuriana e incluso de la noción de discurso y que se nutre de las vanguardias literarias de comienzos del Siglo XX. Considera que Joyce y Beckett, están anudados en la transmisión del último Lacan. Ubica a ambos escritores con un rasgo en común: cada uno a su manera, han querido convertirse en sujetos que cambian la lengua. Más evidente en Joyce que se autotitula amo del lenguaje, mientras que Beckett es más sutil y que al revés de Joyce, busca despojarse de todo rasgo apoteótico de la palabra, busca descarnarla, ir en busca de la despalabra absoluta: abandona su lengua y adopta la lengua francesa para abandonar, dice, toda gramática y estilo que le viene dado.
Lacan en el Seminario XXIII, juega apoteóticamente con la palabra, al mejor estilo joyceano y luego está el Lacan que en un estilo absolutamente despojado de la transmisión oral, escribe los nudos, de espaldas al público, con muchos silencios, haciendo nudos despalabrados.
A partir de diversas preguntas del público sobre cómo pensar la clínica desde el nudo borromeo, Olga responde que las relaciones borroneas y los campos que se producen, tienen una gran operatividad en la clínica. Para ello retoma el caso que Adela Fryd presentó en la noche precedente de este ciclo (19-IX-07), el del sujeto que padecía de una molestia anal que le afectaba en todo momento y que para él tendría una significación imaginaria de homosexualidad. La intervención de la analista fue: “eso es así, es ahí, en esa parte del cuerpo, no dice que pida algo”. En esa operación, lo que hace la analista es permitir que eso pase de la consistencia imaginaria que tiene esa parte del cuerpo a una consistencia lógica, eso es permitir que adquiera una consistencia que tenga una función en el discurso: el sujeto recupera un recuerdo (“levanta las polleras de la madre para ver lo que había debajo”) y allí el objeto ya no es el del goce anal sino que toma otra forma, el del objeto mirada. Son dos presentaciones diferentes del objeto y la separación de la primera forma consistente en ese goce imaginario a consistencia lógica, permite pasarlo al discurso, tiene función significante. Es una operación del analista en relación al goce sentido, en el borde I-S. En esa consistencia S-I, introduce lo real, marca el borde y escribe algo, la ex – sistencia, y separa los campos, condición básica de lo Real.
A la pregunta sobre la relación entre consistencia lógica y función significante, Olga retoma el planteo de Miller diciendo que cuando habla de función significante, lo toma en el sentido del concepto lógico de función, es decir, en las distintas formas de presentación del objeto.
Nora Silvestri interviene planteando que el plus de goce a nivel del discurso, ya está formalizado como pérdida entrópica de goce y eso es lo que produce la analista, una pérdida de goce, pero le parece que el objeto a a nivel del nudo, necesita otros tratamientos de los desbordes del goce.
Olga replica que es un tratamiento de una de las formas de presentación del objeto, que separa el S1 como significante pleno de sentido. Es una operación que no vacía totalmente ese goce-sentido. Es una separación, no una extracción.
Alejandra responde a una pregunta sobre las dos locuras, señalando que a Joyce se le impone un S1 solo y él lo articula a un S2 que es una lengua muy original que él inventa y que puede equivaler al Nombre del Padre que Lacan dice estar forcluído en Joyce. A Beckett le viene dado el S2 por la elucubración de saber que es el lenguaje y él trata de desembarazarse de toda esa gramática estilística y llegar a un hueso, a una palabra despalabrada.
Por último, Olga hace una referencia a su segundo punto: la escritura japonesa. Comenta que ésta importa los kanji de la escritura china que son ideogramas fijos, a los que le agrega el silabario japonés que son dos: hiragana y katakana y que permiten los cambios fonemáticos permitiendo entender las estructuras fijas. La traducción se entiende por el contexto. Es por ello que Lacan decía que la lengua japonesa es una lengua que está en traducción perpetua, todo el tiempo encontrando nuevos sentidos.

Estela Schussler

 
 
 
Nel Guatemala - Piedad Ortega de Spurrier
Posteado por A.A.delaR. a jueves, octubre 18, 2007
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Durante los días 9 y 10 de noviembre Piedad Ortega de Spurrier, de la NEL Guayaquil estará de visita en Guatemala donde ofrecerá una conferencia abierta al público y un seminario para los miembros y asociados de la NEL y los estudiantes del CID.

La conferencia El fracaso escolar, ¿un síntoma contemporáneo? busca las causas del aumento de niños que afrontan dificultades escolares, así como del que dichas dificultades se manifiesten a edades cada vez más tempranas. Este tema nos ha planteado las preguntas: ¿qué se pone en juego cuando alguien no aprende? y ¿de qué sufren aquellos que fracasan en la escuela y cómo se podría reinventar la experiencia de aprendizaje para los niños y jóvenes?

El Seminario ¿Por qué sufren los niños hoy? profundizará sobre las consideraciones fundamentales, los motivos de consulta, el trabajo en instituciones y la estrategia en el tratamiento en la clínica con niños.


 
 
 
NEL-Caracas-ACP: V Lecciones Preliminares
Posteado por A.A.delaR. a jueves, octubre 18, 2007
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17 octubre, 2007
 
J.-A. Miller - L'Unità.
Posteado por A.A.delaR. a miércoles, octubre 17, 2007
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Egregi colleghi,

vi invio in allegato copia di un'intervista a J.-A. Miller pubblicata oggi ne L'Unità.

Cordiali saluti
Adele Succetti

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Nota de AMPBlog: para leerlo selecciona y agrande la imagen


 
 
16 octubre, 2007
 
VASECTOMIE ET DÉMENCE - J Forbes
Posteado por MG a martes, octubre 16, 2007
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VASECTOMIE ET DÉMENCE

Jorge Forbes



La vasectomie augmente le risque de démence, et ce n´est pas une mauvaise blague. Ça se passe aux États-Unis: un homme arrive en consultation au service des maladies cognitives, c´est-à-dire des maladies qui affectent le raisonnement, du service de Neurologie de la faculté de Médecine de l´Université de Northwersten, à Chicago. Il est relativement jeune, 43 ans, et présente des difficultés pour trouver ses mots pour raconter une histoire. Lorsque le médecin lui demande s´il a remarqué quand le symptôme s´est déclaré, le patient répond sans hésiter, que tout a commencé après qu´il se soit soumis à une vasectomie. Le médecin n´a pas pris la chose comme une boutade, et a pensé qu´il y avait peut-être là du vrai. Nous allons voir pourquoi.

Tout d´abord le diagnostic: il a été constaté que le patient souffrait d´un type de démence appelé Aphasie progressive primaire (APP). Il s´agit d´une démence différente de la terrifiante et bien connue maladie d´Alzheimer. En effet, tandis que dans cette dernière le symptôme le plus évident est la perte de mémoire, dans l´APP on remarque une perte graduelle de la capacité de langage. Or, si le médecin accepte l´hypothèse du patient c’est qu´il se rappelle qu´il existe une protéine baptisée TAU, qui n´est rencontrée que dans deux endroits de l´organisme: dans le cerveau et dans le sperme. Les altérations du métabolisme de cette protéine sont à la base de la démence aphasique. Or les patients vasectomisés présentent souvent une chute de la barrière hémato-testiculaire, ce qui amène 60 à 70 % de ces sujets à développer des anticorps anti-sperme. Par une réaction croisée, sperme-cerveau, ces anticorps attaqueraient la protéine TAU cérébrale augmentant le risque d´APP.
Dans l´étude produite à la suite de ce cas, dirigée par la Dr. Sandra Weintraub avec la collaboration du nom bien connu de Marsel Mesulam, et publiée en décembre dernier, 40% des hommes avec un diagnostic d´APP ont confirmé avoir fait une vasectomie, ce qui est une alerte. Il manque encore des données qui permettent une conclusion plus sûre, particulièrement un échantillonnage significatif du nombre d´hommes opérés qui ont développé une APP; mais on y travaille. Quoi qu´il en soit, cette découverte rejoint d´ores et déjà les autres exemples qui relativisent la croyance aveugle dans la manipulation corporelle de plus en plus en vogue chez les adeptes de la cosmiatrie – nouveau nom du mariage de la médecine et de la cosmétique – naissante.
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Il faut noter que les anticorps anti-sperme peuvent également surgir chez les hommes non vasectomisés, par des mécanismes qui ne sont encore que partiellement élucidés, ce qui expliquerait leur présence aussi chez certaines femmes.

Moralité: Comme ils se trompent, les défenseurs d´une médecine aseptique, idéalement débarrassée de la subjectivité humaine, sans risque, où le bonheur serait une donnée de laboratoire prévisible. Une fois encore, nous retrouvons la vérité énoncée dans la phrase de Jacques Lacan: “De notre position de sujet, nous sommes toujours responsables”.
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En español
Vasectomía y Demencia
Jorge Forbes
La vasectomía aumenta el riesgo de demencia, y este no es un mal chiste. Sucede en Estados Unidos: un hombre llega a consulta al servicio de enfermedades cognitivas, es decir, de enfermedades que afectan el razonamiento, del servicio de Neurología de la Facultad de Medicina de la Universidad de Northwersten, en Chicago. Es relativamente joven, 43 años, y presenta dificultades para encontrar sus palabras para contar una historia. Cuando el médico le pregunta si se ha dado cuenta de cuando se inició el síntoma, el paciente, sin dudarlo, responde que todo comenzó después de que se sometió a una vasectomía. El médico no tomó la cosa como una broma, y pensó qué podría haber en esa respuesta de verdad. Veremos porque.

En principio el diagnóstico: fue constatado que el paciente sufría de un tipo de demencia llamada Afasia progresiva primaria (APP). Se trata de una demencia diferente a la aterradora y bien conocida enfermedad de Alzheimer. En efecto, mientras que en esta última el síntoma más evidente es la pérdida de memoria, en la APP se observa una pérdida gradual de la capacidad del lenguaje. Ahora, si el médico acepta la hipótesis del paciente es porque recuerda que existe una proteína bautizada TAU, que sólo se encuentra en dos lugares del organismo: en el cerebro y en la esperma. Las alteraciones del metabolismo de esta proteína están en la base de la demencia afásica. Luego entonces, los pacientes vasectomizados presentan frecuentemente una caída de la barrera hemato-testicular, lo que lleva del 60 al 70% de estos sujetos a desarrollar los anticuerpos anti-esperma. Por una reacción cruzada. Esperma-cerebro, esos anticuerpos atacarían la proteína TAU cerebral aumentando el riesgo de APP.

En el estudio producido después de este caso, dirigido por la Dr. Sandra Wintraub con la colaboración del muy conocido Marsel Mesulam, fue publicado en diciembre último, que el 40 % de los hombres con un diagnóstico de APP han confirmado haberse hecho la vasectomía, lo cual es una alerta. Faltan aún datos que permitan una conclusión más segura, particularmente una muestra más significativa de un número de hombres operados que hayan desarrollado una APP; pero en ello se trabaja. Sea como sea, este descubrimiento reúne desde entonces otros ejemplos que vuelvan relativa la creencia ciega en la manipulación corporal, cada vez más de moda, de los adeptos de la naciente cosmiatría –nuevo maridaje de la medicina y la cosmética.

Es preciso anotar que los anticuerpos anti-esperma pueden igualmente surgir en los hombres no vasectomizados, por los mecanismos que aún no han sido sino parcialmente elucidados, lo que explicaría su presencia también en algunas mujeres.

Moraleja: Se equivocan, los defensores de una medicina aséptica, idealmente desembarazada de la subjetividad humana, sin riesgo, allí donde la felicidad sería un dato de laboratorio previsible. Una vez más, reencontramos la verdad anunciada en la frase de Jacques Lacan: “De nuestra posición de sujeto, siempre somos responsables”.

Traducción: Mario Elkin Ramírez.
 
 
15 octubre, 2007
 
V STAGE DE FORMACIÓN CONTINUADA TyA, 27 de octubre
Posteado por A.A.delaR. a lunes, octubre 15, 2007
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V STAGE DE FORMACIÓN CONTINUADA
Grupo de Investigación en Toxicomanías y Alcoholismo
(TyA-Barcelona)



¿Cómo opera el psicoanálisis en la clínica de las toxicomanías?
Psicosis y toxicomanías



Sábado, 27 de octubre


Instituto del Campo Freudiano
Vía Laietana 64, 2º 2ª, 08003 Barcelona

La frecuencia de psicosis en sujetos toxicómanos es un dato que se constata habitualmente en la clínica. Lo que evidenciamos son varios usos del tóxico: alejar la posibilidad del desencadenamiento; mantenerse en el borde del agujero de la psicosis, pero sin caer dentro de ella; encontrar una solución precaria en el tóxico una vez desencadenada... Estos usos hacen de contrapunto a la tesis más generalizada socialmente de que el consumo de tóxicos produce trastornos psicóticos –las mal llamadas psicosis tóxicas. Ello no implica desconocer que el uso de drogas puede precipitar a veces una psicosis que se mantenía latente.
Proponemos conversar en este stage sobre estas cuestiones e intentaremos producir respuestas y preguntas que nos orienten en nuestra práctica y en nuestra dilucidación de un fenómeno contemporáneo tan extendido.

PROGRAMA

9:00 – 9:30
Recepción

9:30 – 9:45
Presentación
Luis Miguel Carrión, Psicoanalista miembro de la ELP; Psicólogo clínico del CAS de Sant Feliu de Llobregat (Barcelona)
9:45 – 11:00
Primera conferencia
“Toxicomanía, ¿un lazo entre otros?”
Guy Briole, Psicoanalista miembro de la ELP y de la ECF (Barcelona y París)


Modera: Eugenio Díaz, Psicoanalista miembro de la ELP; responsable del Programa CAPCTUA para jóvenes en riesgo de exclusión de la Fundació Cassià Just (Cornellà)
11:00 – 11:30
Pausa

11:30 – 12:45
Segunda conferencia
“Anudamientos y desanudamientos en la clínica de las toxicomanías”
Andrés Borderías, Psicoanalista miembro de la ELP y Director del CPCT de Madrid; ; Psicólogo clínico del CAID “Tetuán” (Madrid)


Modera: Horacio Dobry, Psicoanalista socio de la Comunidad de Catalunya de la ELP; Psicoterapetua en el Centre d’Investigació i Tractament d’Adiccions CITA (Barcelona)
12:45 – 14:00
Mesa clínica
“Funciones del tóxico en las psicosis”


Mª José Freiría, Psicoanalista miembro de la ELP; Psicóloga clínica, SAF de Dresera (Barcelona)


José Manuel Álvarez, Psicoanalista miembro de la ELP; Psicólogo clínico del CAS “Nou Barris” (Barcelona)

Modera: Elvira Guilañá, Psicoanalista miembro de la ELP y Directora del CPCT de Barcelona; responsable Área de Salut Mental del Institut Genus (Barcelona)
14:00 – 14:30
Clausura
Eugenio Díaz, Psicoanalista miembro de la ELP; responsable del TyA España

Comisión de organización: Luis Miguel Carrión, Eugenio Díaz y Horacio Dobry

INSCRIPCION
Precio: 35€ - Plazas limitadas

Nombre y Apellidos:
Dirección: Código postal:
Telefono: E-mail:

Pago mediante transferencia bancaria a nombre de “Asociación Poros” en:
LA CAIXA Cuenta nº: 2100-0900-90-0211344331

Enviar el resguardo junto con el presente boletín a: Instituto del Campo Freudiano, Vía Laietana 64, 2º 2ª , 08003 Barcelona. Tel: 93 412 14 89 Fax: 93 318 33 49, e-mail:
secretaria@scb-icf.net

SE ENTREGARÁ CERTIFICADO DE ASISTENCIA
RECONOCIMIENTO DE INTERÉS SANITARIO (SOLICITADO)
®
Ilustración Miriam Lanzaco
 
 
 
Posteado por MG a lunes, octubre 15, 2007
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Comentario respecto a la Comunicación de J-A Miller en la XXXVI Jornada de la ECF

J.A.Miller , en su texto del 7 octubre de 2007 , nos da la noticia de que está naciendo un “cromosoma sintético” , que será luego transplantado e injertado en una célula sobre la que tomará control , la conducirá y la manipulará “a punto de crear una nueva forma de vida”.
En dicho texto, también nos comunica lo siguiente:
“ Craig Venter ha declarado al periódico The Guardian: “Sabíamos leer nuestro código genético. Vamos a ser capaces de escribirlo”….
“¿qué quiere decir eso de crear nuevas formas de vida en un tubo de ensayo? M. Venter ha perfeccionado un chasis sobre el cual puede construirse mas o menos cualquier cosa…”
…”El psicoanálisis no es, sin duda, una nueva forma de vida, pero es probablemente una nueva forma de discurso….”
…” No más leer, sino escribir el código genético: es lo que no está aún hecho, pero, después de ayer, está dicho, es probable que será hecho…” ..”Es aquí que es oportuno escuchar de nuevo la vocecita de Jacques Lacan, y su llamada aforística, por largo tiempo enigmática, críptica: “No hay proporción sexual –relación sexual que pueda escribirse”…
…” Las reescrituras en curso del patrimonio genético de los seres vivos darán sin duda nacimiento a nuevas formas de vida. Esta reescritura terminará ciertamente por tocar el genoma humano mismo. Formas inéditas de reproducción del viviente aparecerán. No obstante, podemos estar seguros que, concerniendo a la especie humana permanecerá imposible escribir en el código genético la proporción sexual que no hay….”
……“Una vez instalado a partir de la contingencia inicial, el modo de gozar, en general, se vuelve necesario, en el sentido en que no cesa más de escribirse, sino que se repite. Un análisis debe permitir repetir, aislar, volver legible la escritura del programa del goce que prevalece para un sujeto, abriéndole así la posibilidad de ganar un cierto grado de libertad con relación a aquel, y, al menos, de inscribirse [en él] con el menor malestar posible…”
..“ Una invención aleatoria viene en general a recubrir la contingencia real como la necesidad subsecuente, para dar al sujeto la ilusión de una libertad de elección”..

En su primera Conferencia Caraqueña en 1979, publicada en Recorrido de Lacan (edicion- no revisada por el autor –“ Hacia el 3er Encuentro del Campo Freudiano”. 1984), Miller dice lo siguiente:

“Lacan señala que el automatismo de repetición ,en el sentido de Freud , vehiculiza una huella imborrable … comprueban que hay algo en el sujeto humano que es fundamentalmente inadaptable ….. este rasgo del psicoanálisis tiene algo que ver con la libertad, porque cuando uno se imagina que el ser humano es completamente adaptable , sólo tiene una idea: controlar totalitariamente su ambiente y poder moldearlo…”

A partir de todo lo mencionado anteriormente, quiero hacer el siguiente comentario bajo el siguiente título:

ILUSIONES PERDIDAS, ESPERANZAS REENCONTRADAS

La depresión revela algo de la división del sujeto en tanto ser parlante al mostrar cómo una parte se sitúa enfrente de la otra y la valora críticamente, como si la tomara por objeto.
El modo ideal de goce de un sujeto, no siempre coincide con su modo real.
La pérdida de la ilusión de tener la libertad absoluta de poder reescribir el modo de goce de acuerdo a sus anhelos, a través de un psicoanálisis, puede darle una impresión deprimente de este último.
El reencuentro con la esperanza de ganar grados de libertad como para reinscribirse en dicho modo de goce con el menor malestar posible a través de un psicoanálisis, le puede dar una impresión acotadamente entusiasta del mismo.
Sin ilusiones desubicadas no habría depresión: no sólo depresión como cuadro clínico, sino también, desvalorización deprimente de la efectividad del psicoanálisis en dichos cuadros.


Dr. Roberto Ileyassoff, Buenos aires , 14 de Octubre de 2007






 
 
 
NEL Medellín
Posteado por A.A.delaR. a lunes, octubre 15, 2007
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voz a vos

NEL Medellín
Nueva Escuela Lacaniana - Asociación Mundial de Psicoanálisis


Cursos de introducción al psicoanálisis de la NEL-Medellín




Los pasos que da el día

Inicio del curso
Clínica de la adolescencia

Ciclo del 2007

Curso IV

Los cursos de introducción al psicoanálisis de la NEL-Medellín
En los cursos de los miércoles a las 6:00 de la mañana en la NEL-Medellín advertimos los pasos que da el día. Desde el 2001 nos hemos reunido al amanecer, lo cual no es extraño en una ciudad de montaña. Podríamos decir con el poeta antioqueño José Manuel Arango que la nuestra es "Otra vista de la ciudad. Como el revés de un sueño" para recordar a Lacan "Yo no he hablado de la formación del psicoanalista, sino de las formaciones del inconsciente".

El primer ciclo se inicio hace 6 años con tres cursos Edipo: de la mitología en Freud a la mito-lógica en Lacan, dictado por Adolfo Ruiz L. y María Cristina Giraldo. Formaciones del inconsciente y lógica del significante dictado por Juan Fernando Pérez y ¿Qué es una cura analítica? dictado por los tres. Sorprende constatar desde el inicio, la nutrida asistencia -77 personas- que en el curso actual Clínica de la adolescencia, llegó a 100 madrugadores en una Sede, donde se agotaron los cupos y sobró el entusiasmo.

Este año tuvimos un ciclo de 4 cursos:
Teoría y clínica de la angustia dictado por: Héctor Gallo, María Cristina Giraldo, Mario Elkin Ramírez, Adolfo Ruiz L., Ana Victoria Saldarriaga y José Fernando Velásquez.
Introducción a la obra de Lacan dictado por: Claudia Velásquez y Juan Fernando Pérez.
El niño en los inicios del Siglo XXI dictado por el Grupo de investigación en psicoanálisis con niños GIPN de la NEL-Medellín. Coordinado por Gisela Suárez y José Fernando Velásquez.
Clínica de la adolescencia dictado por: Héctor Gallo, Luz Elena Gaviria, María Cristina Giraldo, Mario Elkin Ramírez, Adolfo Ruiz L. y Ana Victoria Saldarriaga.

El próximo año iniciaremos en Febrero con el curso Urgencias subjetivas. Una teoría de la clínica. Coordinado por la Comisión de Biblioteca y dictado por los integrantes del cartel conformado con ese propósito: Luz Elena Gaviria, María Cristina Giraldo, Angela María Jaramillo, Astrid Lema, Margarita Múnera y Adolfo Ruiz L.

Como dice Jesús Ambel "el régimen de la domesticación generalizada puede quedar en suspenso si los psicoanalistas hacen las suficientes extravagancias en estos tiempos de dificultades de extracción del plus-de-goce de la renuncia al goce, en estos tiempos de promoción de la inmunda moral del sacrificio de sí, en los tiempos lorquianos de la ciencia sin raíces, de los sudores sin fruto" 1. Esta extravagancia es el despertar en la NEL-Medellín.

María Cristina Giraldo
Por la Comisión de Biblioteca y Publicaciones de la NEL-Medellín
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
(1) Hablemos de política. En: Colofón 27. Política de las cosas, política de la ciudad. Boletín de la FIBCF. Valencia, Junio de 2007.
NEL-Medellín: Calle 49B N° 64B-112 (201) - Edificio El Rectángulo – ( 260 18 72 – 260 31 74
Horario de atención: lunes a viernes de 2:00 p.m. a 8:00 p.m. sábados de 8:00 a.m. a 12:00 m
E-mail:
nelmedellin@une.net.co Responsable de Voz a Vos: María Cristina Giraldo mcgiral@une.net.co
WEB de la NEL:
http://www.nel-amp.com ¸ WEB de la A.M.P.: www.wapol.org

 
 
 
III Seminario Clínico - Cid Las Mercedes
Posteado por A.A.delaR. a lunes, octubre 15, 2007
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El Centro de Investigación y Docencia en Psicoanálisis
CID "Las Mercedes"
tiene el agrado de invitar a todos los participantes y docentes de los CID de la NEL al

III Seminario Clínico

"El acto y la angustia"

que será dictado por Leonardo Gorostiza analista miembro de la EOL y de la AMP y Presidente de la AMP América
y Graciela Esperanza analista miembro de la EOL y de la AMP


Programación:
Viernes 09 de Noviembre

9:00 a.m. a 11:00 a.m. Presentación de Enfermos en el Centro de Salud Mental del Este "El Peñon", a cargo de Graciela Esperanza con discusión de Leonardo Gorostiza

3:30 p.m. a 5:30 p.m . Primera Sesión del Seminario Clínico

Sábado 10 de Noviembre

9:30 a.m. a 11:30 a.m. Segunda Sesión del Seminario

3:30 a.m. a 5:30 a.m . Tercera Sesión del Seminario


Lugar: CyberCentrum Las Mercedes
Fechas : 08,09 y 10 de Noviembre
Inscripciones: Deben realizarse al menos una semana antes del evento
· Docentes: Bs. 300.000
· Partipantes CID: Bs.250.000

Información : Sede de la ACP – Calle California con Mucuchíes, Edif. Los Ángeles, Piso 2, Ofic. 5-B, Las Mercedes.
Telf.: 0212. 993.72.46/0212. 993.97.58

 
 
 
NEL-MIAMI. SEMINARIO INTERNACIONAL CON ANGELINA HARARI. CLINICA DE LAS TOXICOMANIAS. NOV/17/2007
Posteado por A.A.delaR. a lunes, octubre 15, 2007
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Staff
Eric Laurent (Delegado General de la AMP)
Manuel Fernandez Blanco (Secretario del Comite Internet de la AMP)
Mauricio Tarrab (Responsable de la Web de la AMP)
Mario Goldenberg (Moderador del Blog-AMP)
 

Comité de redaccion:
Alejandra Glaze , Fernando Martín Aduriz, Astrid Álvarez, Silvia Baudini, Camila Candioti, Fernando Schutt.

Columnistas:
Romildo do Rêgo Barros, Jean-Daniel Matet, Alicia Arenas, Fabián Naparstek, Celio García, Domenico Cosenza, Mercedes de Francisco, Bernardino Horne, Samuel Basz, Flory Kruger.

 
Links
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Ecole de la Cause Freudienne (ECF)
Escuela Europea de Psicoanálisis (EEP)
Escuela Lacaniana de Psicoanálisis (ELP)
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