12 de julho de 2013

LACAN COTIDIANO N. 331 - PORTUGUÊS


Quinta-feira, 13 de junho de 2013 - 12 h 38  [GMT + 2]
NÚMERO 331
Eu não faltaria a um Seminário por nada nesse mundo— Philippe Sollers
Nós venceremos porque não temos outra escolha — Agnès Aflalo
www.lacanquotidien.fr
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O mês de maio de La main à l'oreille

Força, alegria e hospitalidade

Havia de fato mal começado o mês de maio, com as declarações autoritárias e discriminatórias da ministra delegada para a Deficiência, com uma diatribe anti-psicanálise num 3º Plano Autismo, entretanto esperado, necessário.
… Esperado pelas famílias como um sinal de que se reconhece sua situação e suas necessidades; a crença muito fraca no orçamento dedicado ao mesmo, faz, contudo, um trabalho de reconhecimento simbólico.
…. Necessário para sair enfim da « querela » do autismo e permitir às famílias o acesso à possibilidade de exercer uma escolha de orientação esclarecida e não ditada pela penúria ou pela exclusão; e deste ponto de vista, é francamente falho.
Malgrado alguns pontos úteis, como o reconhecimento da necessidade de continuidade do percurso, e de uma pausa para as famílias, esse plano é unívoco porque unicamente centrado sobre o educativo, sem no entanto, oferecer os meios para romper com a exclusão escolar, e arbitrário por privilegiar apenas a abordagem comportamental em detrimento de outras abordagens mais integrativas. Da dimensão psíquica do sujeito, o plano não diz uma palavra.

Resistência
Num contexto de gravidade inédita, minha carta aberta à Madame Carlotti, candidata declarada a prefeita de Marseille, definiu o tom para um concerto de expressões ao mesmo tempo fortes e singulares, por parte dos pais, por parte dos profissionais comprometidos, que nós recebemos no site da associação http://lamainaloreille.wordpress.com/
Depois do primeiro momento de perplexidade veio o de uma onda de atividades. Nosso site tornou-se um lugar obrigatório, visitado, onde a fala viva circula. A parte da mídia foi superada, pois o agente deste zumbido rompeu enfim a espessa camada de silêncio da mídia.   
A ocasião para transformar nossa indignação em movimento estruturado, nos foi dada pelo Collectif des 39, que realizou a Audiência de cidadãos em 31 de maio e 1º de junho em Villejuif. Esse Collectif, nascido de uma revolta contra a política de confinamento seguro de pacientes, reúne profissionais e usuários de cuidados psíquicos. 
Hospitalidade
O tema da Audiência era o da hospitalidade em psiquiatria e medicina social, uma hospitalidade a ser restaurada face à desumanização, à burocracia, à transformação de todos os atos em protocolos, sob pretexto de rastreabilidade e de risco zero. Face a tais impasses, os participantes vieram de diferentes lugares para falar de suas experiências criativas de resistência, nos encorajando a inventar e não ceder à destruição.
Durante a Audiência, o Plano Autismo passou para o primeiro plano nas palavras de ordem. Diante de uma sala lotada, la Parisienne Libérée triunfou divulgando o método e nós tomamos consciência de que esta história saiu enfim dos pequenos círculos. O apelo de 1000 para um novo Plano Autismo e pela retirada da recomendação da HAS sobre o autismo foi lançado … www.hospitalite-autistes.org/spip.php
Alegria
Ao mesmo tempo prosseguiam os encontros de La main à l'oreille em torno da projeção do filme de Ivan Ruiz D'autres voix. Depois de Paris, Bretigny, Lyon, Strasbourg, Grenoble, a antena Aquitaine de La main à l'oreille acolheu, nesta sexta-feira em Bordeaux, 250 pessoas numa atmosfera excelente, calorosa,alegre. Como disse Ivan : «Eu me encontrei tendo um filho autista». Essa foi a palavra do dia.
E agora…
Durante o mês de maio, La main à l'oreille emergiu com outra voz, presente, exigente. Vamos nos endereçar de novo à ministra, aos deputados. Vamos explicar porque pedimos a reformulação do plano autismo para aí reintroduzir a pluralidade de escolhas e garantir uma pesquisa e orientação com apoios diferentes, porque é com liberdade que se fazem os avanços sociais e científicos.
Mireille Battut
Presidente de La main à l'oreille

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O apelo de 1000

Apelo unitário do encontro de 1º de JUNHO DE  2013


ñ POR  OUTRO PLANO AUTISMO 2013
ñ PELA RETIRADA DA RECOMENDAÇÃO DA HAS SOBRE O AUTISMO

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Comunicado de imprensa Pas de 0 de conduite
de 10 de junho de 2013 sobre o Plano autismo do governo
 




Extrato do Comunicado:
No plano autismo, observamos que abusos semelhantes tendem a se reproduzir:

- O desenvolvimento de toda criança, mesmo a mais profundamente perturbada, comporta dimensões afetivas, cognitivas, sensoriais, sociais e culturais complexas. Hoje, a imensa maioria dos atores implicados e a maioria que lida com crianças autistas sabem por sua experiência e prática cotidianas: defendem abordagens complementares, especialmente educativas, pedagógicas, terapêuticas, corporais e artísticas. Como compreender a partir disso tudo, o foco quase exclusiva do 3º Plano Autismo no desenvolvimento de métodos de educação comportamental, cujos benefícios  são atualmente questionados além-atlântico e no mundo anglo-saxão1 ?
Como compreender que se possa privar crianças portadoras de distúrbios autísticos, tão graves, incapacitantes e difíceis de tratar, de um amplo painel de abordagens?
E o que dizer da ausência de escolha para os pais poderem recorrer a um suporte uni ou multimodal, enquanto que os autistas são bem mais diversos em sua demanda do que deixam acreditar algumas organizações que se arrogam o monopólio de representação auto-proclamada?




1      : Rejeitado pela Corte Suprema do Canadá, o método ABA é cada vez mais criticado na América do Norte.
Cf. igualmente as declarações do Professor Laurent Mottron, psiquiatra e pesquisador em neurociências residente em Quebec, diretor científico do Centro de excelência em transtornos invasivos do desenvolvimento da Universidade de Montréal: http://www.lemonde.fr/sante/article/2012/03/15/autisme-une-mise-en-garde-contre-la-methode- aba_1669458_1651302.html
Cf. ainda: Spreckley, M. ; Boyd R. (2009) «Efficacity of applied behavioral intervention in preschool children with autism … a systematic review and meta analysis», Journal of Pediatrics 154, 3, pp. 338-344,

2      : Ler a este respeito a carta aberta de Mireille Battut, presidente de «La main à l'oreille», para Madame Carlotti:



O governo busca apoio nas recomendações da HAS sobre o autismo. A revista Prescrire entretanto, acaba de enfatizar que elas procedem de um «falso consenso» e que se baseiam numa escolha «indevidamente apoiada».

Recusar às crianças portadoras de autismo um suporte multidisciplinar, flexível e variado, adaptado e modulável segundo cada situação particular, seria considerar que estas crianças, particularmente vulneráveis, não poderão se beneficiar da consideração que a sociedade oferece à toda criança, garantindo-lhe sólidas condições de acolhimento, com acesso à educação, à cultura e aos cuidados... É correr o risco de negar sua pertinência à nossa humanidade comum, e creditar à sua própria capacidade para seu caminho singular.  O 3ººplano autismo revela um viés  e toma, nesse contexto,  a aparência de um forçamento regulamentar, em lugar de ser garantia para as crianças autistas da multiplicidade de abordagens que sua diversidade e sua patologia complexa requerem.

- Pela voz de Madame Carlotti, o governo reproduz o erro do governo precedente, interferindo na controvérsia científica e pretendendo decidi-la através de editais políticos, administrativos, financeiros, pouco respeitosos em relação às práticas profissionais dos numerosos atores envolvidos. Indicando que « é tempo de deixar lugar para outros métodos por uma razão simples: são aqueles que funcionam …» e que « só terão os meios para agir, os estabelecimentos que trabalharem da maneira como lhes pedirmos para trabalhar», a ministra se extravia: em lugar de manter-se na definição dos grandes quadros das diretrizes, ela quer impor aos profissionais especialistas em seu domínio, práticas, técnicas e métodos cuja pertinência e análise procedem de campos profissionais, clínicos, educativos e científicos. Ela considera a opinião de «expertos» escolhidos em alguns dos campos de competência que dizem respeito a uma questão complexa, em detrimento de abordagens mais amplas e diversificadas que permitem, entretanto, o diálogo e a articulação do conjunto de disciplinas e implementação de pesquisadores e praticantes do campo. Isso terá como efeito uma retração que vai privar as crianças de um leque de ajuda e de cuidados que permitiriam escolhas prevenidas e apropriadas.
Tal posicionamento do governo é igualmente inaceitável, no que lembra os desvios passados, tão pouco democráticos, de uma fala do Estado sobre a Ciência.


O 3º Plano Autismo constitui igualmente uma verdadeira ameaça para o serviço público, incluindo aqueles implantados, em princípio, em todo o território nacional, da organização dos serviços públicos de psiquiatria infantil, c u j a s  mi ssões  e práticas , caricaturados. Veremos os meios já bastante insuficientes direcionados para o autismo no setor médico-social dentro da educação nacional e às estruturas de psiquiatria infantil, desviados para o financiamento de programas educativos de natureza mercantilista?

3 : Revue Prescrire. Autisme chez les enfants et les adolescents: un faux consensus. Tome 33 N°357 abril de 2013, p.305



Ler o conjunto do comunicado de 10 de junho de 2013 aqui

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   O indivíduo escapa a seu genoma

por Ariane Giacobino *


A ocorrência do autismo em gêmeos tem sido um dos fundamentos para a atribuição da causalidade genética à esta perturbação, como a outras afecções neuro psiquiátricas. Com efeito, tem sido relatado por diversos estudos, que os mesmos traços autísticos coincidem, sobretudo, nos gêmeos verdadeiros (monozigóticos) – assim portanto, um patrimônio genético comum – e também, mas em menor medida, nos falsos gêmeos (dizigóticos) – partilhando, como todos os irmãos e irmãs, 50% de seu patrimônio genético.  Rosenberg et al. (2009)1 descreve também uma concordância de 88% para o autismo na gemelaridade monozigótica e de  31% na dizigótica. Da identidade genética, que é compreendida como causa, conclui-se sobretudo pela identidade da consequência, do sintoma, do comportamento, e sobretudo, pela necessidade de tratamento idêntico.
Se o idêntico provém de um mesmo genoma, ou de outra causalidade possível no caso dos gêmeos, a saber, de um meio ambiente compartilhado, o que dizer da emergência da diferença? E se os dois parâmetros (genoma e meio ambiente) forem controlados e idênticos, qual seria a margem de manobra deixada a cada indivíduo para tornar-se diferente?

Pesquisadores imaginaram um esboço simples para um estudo, visando explorar justamente a individualidade em seres vivos geneticamente idênticos. Publicado recentemente em Science 2, esse trabalho faz o pensamento voar.

A primeira questão colocada recorta o fundamento teórico, segundo o qual, o geneticamente idêntico subentenderia a produção de comportamento idêntico. Haveria entretanto uma individualização possível, eventualmente progressiva, dos comportamentos? A segunda questão é sobre o meio ambiente: se o meio ambiente for idêntico para um mesmo grupo, mas pobre ou rico de acordo com o grupo considerado, pode ele ter uma influência sobre a individualização?

40 camundongos fêmeas geneticamente idênticos, com idade de 4 semanas, foram colocados durante 3 meses em um meio ambiente diversificado ou «rico», quer dizer, numa gaiola grande (5 m2) comportando muitos níveis, tubos de conexão, pontos de água, pontos de nutrição, cantos de nidificação, brinquedos e decorações. O grupo controle constituiu-se de 12 camundongos colocados em gaiolas para animais «standard» (retangulares em plástico simples), repartidas em grupos de 4, portanto com uma socialização menor e poucos estímulos. Todos os camundongos carregavam uma antena que permitia captar seus movimentos e suas explorações na gaiola. Os dados foram comparados entre os dois grupos.
A emergência da individualidade era considerada como representada pelas diferenças de comportamento, de exploração, de atividade locomotora. Uma medida de neurogênese (número de novos neurônios), considerado como marca de desenvolvimento cerebral foi igualmente efetuada no hipocampo do cérebro do animal adulto.

Durante o período experimental, ou seja, 3 meses, os parâmetros de comportamento, de explorações e de atividade locomotora foram analisados nos animais geneticamente idênticos, bem como sua concordância ou divergência em função do tempo. Os resultados mostram diferenças inter individuais marcantes e, mais do que isso, diferenças que foram aumentando ao longo do período. Assim, pode-se dizer que o indivíduo escapa a seu genoma.


Estimulação diversificada, fator chave na emergência da individualidade
Além da diferença emergente do geneticamente idêntico, a análise histológica dos cérebros dos dois grupos de animais, com estimulação rica ou inferior, e as medidas de neurogênese mostram um número de neurônios ao final, mais importantes nos animais do grupo do meio ambiente rico com estimulação diversificada, do que no outro grupo. O peso dos cérebros era, aliás, em média, inferior neste último grupo. Portanto, foi respondida a contento a pergunta sobre a questão da individualização que, com efeito, se acentua num meio ambiente com estimulações diversificadas.
A individualidade emerge, apesar de um patrimônio genético idêntico e num meio ambiente idêntico. Ao longo do tempo e do acúmulo de experiências ligadas à estimulação, pelas interações em sua diversidade (meio ambiente rico), a neurogênese se desenvolve. Através desta neurogênese, o fenômeno se amplia ainda, da individualidade para uma divergência.

Pode-se deduzir disto apenas que o genoma é um fator que produz idênticos que necessariamente diferem: a individualidade emerge, apesar de tudo o que está codificado, e o indivíduo fabrica sua experiência. Quanto ao meio ambiente, a demonstração é clara: quanto mais diversificado, mais o indivíduo se desenvolve.


No que diz respeito ao autismo, isto se relaciona a uma questão fundamental: pode-se proporcionar aos indivíduos autistas, independentemente de seu genoma, de possíveis ambientes compartilhados, da categorização DSM  idêntica, sua identidade, sua diferença, dentro das necessidades de cada um. Se admitirmos isso, eles têm o direito de se beneficiar de uma visão personalizada e individualizada de sua afecção, de sua pessoa? Seus mundos são inventados, com esta «prática de muitos» 3 que força a inventar, a interagir, a emergir.

Quanto ao meio ambiente do sujeito, autista ou não, passando do rato para o homem, não estaria aqui demonstrado que sua riqueza, a diversidade das proposições que ele oferece, favorece a atitude de cada um para fazer seu próprio percurso, para ser respeitado como inventor de si mesmo?
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1 Rosenberg et al., Arch Pediatr Adolesc Med, 2009
2 Freund et al., Science, mai 2013
3 Cf. principalmente Laurent E., La Bataille de l'autisme, Paris, Navarin/Le Champ freudien, 2012, p. 100-105.


* Médica geneticista, associada da Faculté de Médecine de l'Université de Genève, membro das sociedades suíça, europeia e americana de genética humana.
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A parisiense liberada

 

O MÉTODO®




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Um outro discurso sobre o autismo

O autismo é nossa atualidade, tanto no plano ético e clínico, quanto no político.
A École de la Cause freudienne convida para ir ao cinema Escurial no sábado 22 de junho para a projeção do filme D'Autres voix. Un autre regard sur l'autisme realizado por nosso colega espanhol Ivan Ruiz. Uma manhã organizada em associação com Envers de Paris e a ACF - Île-de-France.
A projeção será seguida de um debate do público com nossos convidados: Eric Laurent, Jean-Daniel Matet e Ivan Ruiz.
Como fazer ouvir a voz de uma criança que não fala? Como entrar em relação com ela? Que dizer aos pais? aos próximos destas crianças? aos educadores, às escolas, às equipes de cuidadores? Com tato e respeito, sem elidir as dificuldades, o filme mostra como a confiança dada a uma criança lhe dá a chance de inventar sua própria modalidade para criar ligações.
Ivan Ruiz considera esse filme como um produto de sua análise. Mas, vocês podem dizer, o que tem a ver um filme realizado por alguém analisado? Vocês constatarão: esse filme, simplesmente, «passa no teste». Ivan Ruiz chega de forma brilhante nisso que é tão difícil : ele é bem sucedido, inegavelmente, em transmitir alguma coisa de nossa experiência – e para um grande público. Fazendo isso, ele inova tanto pelas questões que trata, quanto pelas respostas surpreendentes, criativas, singulares. É uma primeira seção. Uma surpresa. Do inédito.

A fim de sustentar a batalha sobre o autismo, nós desejamos que sejam muito numerosos neste evento, para o qual convém inscrever-se antecipadamente.
O comitê de organização

Faça o download do formulário de inscrição no site de l'ECF (clicar aqui)  ou escrever para  cine.ECF@gmail.com

D'autres voix. Un autre regard sur l'autisme .Projeção e debate
Sábado, 22 de junho de 2013 - 10h-13h
Cinema L'Escurial 11, bd de Port-Royal 75013 Paris




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