18 de septiembre de 2017

¡Identifícate! Número 13. Boletín de las XVI Jornadas de la ELP


http://identidades.jornadaselp.com/

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#13


Uno de los propósitos de las jornadas es poner al día nuestros conceptos, reflexionar acerca del modo en que ciertas categorías se presentan en la actualidad. Los textos de este número plantean preguntas e hipótesis respecto de las mutaciones en los conceptos de ser humano, niño, identidad.

Fabián Fanjwaks comenta en su texto el recorrido que el filósofo Tristán García hace del concepto de identidad hasta llegar a "las nuevas identidades intensivas".

Si la identidad muta, ¿cómo se ha visto afectada por las posibilidades que ofrece la tecnología moderna? ¿Hombres-máquina? Marta Berenguer reflexiona al respecto en "Soy un cyborg". Karina Piluso comenta, a su vez, los cambios acaecidos en el " tiempo de la infancia".

En el Selfie imposible, Silvia Grasses nos aporta su lectura de la obra ¡Chu! de Jef Aerosol.

Que disfrutéis la lectura!

Hasta el próximo número

Gabriela Medin




Soy un ciborg

por Marta Berenguer
¿Sueñan los androides con ovejas eléctricas? Era la pregunta novelada que el escritor Philip K. Dick se hacía en 1964. Catorce años después Ridley Scott respondería adaptando el libro para el cine con Blade Runner. En el film, la compañía Tyrel Corporation fabricaba robots concebidos para ser “más humanos que los humanos”, que se parecían en todo a las personas menos en la posibilidad de desarrollar emociones. El sueño de Philip K. Dick empieza ya a cruzarse con la realidad haciendo cada vez más estrecha la brecha entre ciencia y ficción. Pero en la actualidad ya no sólo los androides quieren parecerse a los humanos, sino que ahora son éstos quienes quieren confundirse con las máquinas.
 
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Elogio de la latencia

por Karina Piluso
El descuido de la infancia
Hace más de cien años, Freud (1) descubría que la amnesia infantil que oculta los comienzos de la vida sexual se redobla en la omisión de la opinión popular y científica en el desarrollo del niño, no sin graves consecuencias. ¿La causa?: “Un fenómeno psíquico que hasta ahora se ha sustraído de toda explicación” (2). Lacan llamó troumatisme a esa satisfacción, que viene del cuerpo y produce un agujero (trou) en el saber, de la que el niño no puede poner palabras pero de la que tampoco se puede deshacer, pues no cesa de no escribirse.
Freud plantea que el carácter más notable de la vida sexual humana es su acometida en dos tiempos, la primera infancia y la pubertad, con una pausa intermedia: la latencia, es decir, el aplazamiento de la plena disposición de la actividad sexual (3).
 

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Nuevas identidades intensivas

por Fabián Fanjwacs
El libro del joven filósofo francés Tristán García Nous tiene el mérito de plantear una serie de impasses que se deducen de la crisis de la identidad del sujeto contemporáneo y, sitúa la inconsistencia y la dificultad de nombrar un «Nosotros» que pueda ser defendido en cuestiones sociales como lo son la Política y los problemas que plantean los Estudios de género.
Siguiendo un eje que le permite ubicar en distintos momentos históricos lo que autoriza nombrar un «nosotros» en cuanto a la especie, al género, a la raza, la clase social, las comunidades religiosas o de edad, Tristán García se centra en un primer momento en la «edad clásica», como lo hiciera Michel Foucault, para ubicar un primer momento de institucionalización de una norma que, bajo la forma de un «Nosotros», permitió en su extensión hacer surgir una serie de identidades más o menos establecidas que durarán hasta los albores del siglo XX. Estas extensiones normativas dieron lugar a distintas formas de un «Nosotros» de raza, de clase, de credo, de género, que permitieron, con su extensión, hacer consistir a un universal durante un tiempo durable.
 

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¡Chut! de Jef Aerosol: el espejo que te mira

por Silvia Grasses
En 2011, la ciudad de París encargo al artista y plantillista urbano Jef Aerosol (Jean-François Perroy, Nantes 1957) un mural en la Plaza Igor Stravinsky.

El artista realizó un autorretrato gigante, en el que se muestra con los ojos muy abiertos y el dedo índice sobre los labios, como diciendo “shhh” o “chut”, nombre de la obra.

Jef Aerosol subraya ante todo el efecto espejo de su trabajo: “Mi preocupación no era exactamente representarme. Quería mostrar una postura. En lugar de buscar a alguien, he tomado mi autorretrato. Espero que en este rostro todo el mundo pueda reconocerse e identificarse” (1).
 

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"No dejes para mañana lo que puedes hacer hoy"

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16 de septiembre de 2017

EBP-MG: Ressonâncias da XX Jornada


 


http://jornadaebpmg.blogspot.com.es/2016/09/ressonancias-da-xx-jornada.html 

 

 

Ressonâncias da XX Jornada


Jornada da EBP-MG: jovens.com - corpos e linguagens

Aconteceu, nos dias 2 e 3 de setembro de 2016, a XX Jornada da EBP-MG, sobre o tema: jovens.com - corpos e linguagens

Tivemos uma intensa semana de trabalho com nossos convidados, que começou já na terça-feira, dia 30 de agosto, quando Daniel Roy foi convidado pelo Instituto de Psicanálise e Saúde Mental de Minas Gerais, para discutir um caso no Núcleo de Psicanálise e Direito. Seus comentários sobre o caso de um jovem usuário de drogas, em conflito com a lei, já contribuiram para o tema da Jornada, com a distinção feita por ele entre o pai carente e o pai tóxico, patogênico. 


Na quarta dia 31 Daniel Roy foi convidado pelo OCA (Observatório da Criança e do Adolescente) para uma Conversação, no auditório da Faculdade de Medicina da UFMG, sobre o tema "Trans - sexo e gênero no tempo da infância", onde comentou os trabalhos de dois cartéis do OCA. 

Na quinta, dia 1 de setembro, nossas convidadas da EOL, as AEs Kuky Mildiner e Gabriela Grinbaum, aceitaram gentilmente discutir um caso clínico em uma Moradia Assistida, coordenada por uma colega. À noite, Daniel Roy realizou uma Conferência de grande interesse político para a Escola, sobre "A experiência da análise à prova do grupo impossível", onde falou sobre sua experiência na Europa do Leste, à luz da teoria de Turin de Jacques-Alain Miller. Após a Conferência e o debate, animado por Ram Mandil, tivemos um coquetel de boas vindas aos nossos convidados, que reuniu os membros da EBP e os participantes da Comissão organizadora da Jornada.

Finalmente, nos dias 2 e 3 de setembro, tivemos nossa Jornada propriamente dita. Três mesas plenárias com os Relatórios dos Núcleos de Pesquisa do Instituto e da Biblioteca da Seção Minas, foram debatidos por nossos colegas e comentados por Daniel Roy, cuja clareza e generosidade cativou a todos. A mesa do passe, com os testemunhos de Kuky Mildiner e Gabriela Grinbaum, comentados por Jésus Santiago, trouxe o seu "retrato de psicanalistas quando jovens", destacando aquilo que marcou a juventude de cada uma, deixando restos no sinthoma que levou à sua nomeação. 


Outro convidado, o rapper belorizontino Flávio Renegado, na muito viva entrevista que concedeu à Jornada, pôde nos falar de sua relação com a música e do seu trabalho com os jovens na Associação Arrebeldia, criada por ele no bairro Alto Vera Cruz. Nas mesas simultâneas, um variado cardápio convocou o público para a discussão de 68 trabalhos, onde estiveram em pauta os sintomas da juventude, suas maneiras de viver a paternidade e a adoção, de usar as novas tecnologias, de escolher seu sexo ou o sexo do objeto de amor, de socializar-se, construir seu corpo, seu saber, ou de desligar-se do Outro. 

As Conferências de Daniel Roy, ao final de cada dia, com o provocante título "Juventude é uma palavra terna", abordaram quatro temas principais: o terror na adolescência, da máxima atualidade entre os jovens jihadistas, o clarão do amor e do desejo que faz surgir um laço que separa, as marcas cruéis sobre o corpo, tais como cortes e escarificações, e a moda, que fixa os limites daquilo que o falasser pode fazer com seu corpo.

Esta Jornada, causada pela força de transmissão do texto de Jacques-Alain Miller "Em direção à adolescência", não deixou de ser uma atividade preparatória para o XXI Encontro Brasileiro do Campo Freudiano, a realizar-se em São Paulo no mes de novembro próximo, sobre o tema: "Adolescência, a idade do desejo", que Ana Lúcia Lutterbach apresentou na mesa de abertura. Agradecemos especialmente a Daniel Roy que, com sua presença constante, animou o nosso trabalho e trouxe muitos novos elementos para pensarmos a juventude, e a Kuky Mildiner e Gabriela Grinbaum pela sua generosa transmissão. 


Agradecemos também a todos os que contribuiram para que esta semana de trabalho fosse possível, e para que a nossa Jornada fosse um momento de trabalho epistêmico, clínico e político, não sem a alegria compartilhada nas confraternizações e através dos vídeos, inesquecíveis, sobre a juventude: também a nossa.

And last, but not least, agradeço a Miguel Antunes, que com seu desejo animou os 20 números deste Boletim e uma jovem equipe de trabalho, e que decididamente nos ajudou em inúmeras tarefas de organização desta Jornada, sempre com alegria e bom humor!


Elisa Alvarenga
Coordenadora da XX Jornada da EBP-MG


Video Comissões XX Jornada da EBP-MG: Jovens.com Corpos & Linguagens
Vídeo comissões:
Nossa Juventude
Imagens da XX Jornada da EBP-MG "Jovens.com: Corpos & Linguagens"
Imagens XX Jornada da EBP-MG

14 de septiembre de 2017

World Association of Psychoanalysis. XI Congress The ordinary psychoses and the others Under Transference


 

 

Clinical Study Day

 

4 April 2018

 

Presentation


The clinic of ordinary psychosis, based on the research proposal driven forward by Jacques-Alain Miller since 1996, has contributed to the development and clarification of the field of the psychoanalytic clinic of psychosis, as a whole. The psychoanalytic clinic is always defined by transference and the desire of the analyst.

We are increasingly confronted, in our consulting rooms, with cases of psychosis that escape the temporal logic of triggering and its possible modes of stabilization. In addition to the classic clinic of psychosis, based on discontinuity, we face a clinic based on the disengagement from the Other and the possibility of re-engaging. A clinic in which, the “disturbance that occurred at the inmost juncture of the subject’s sense of life”[i] is expressed by subtle, discrete signs, by small signs of foreclosure. If the signs in ordinary psychoses can be discrete, it is precisely because the solutions found are different ways of re-knotting that allow the subject to sustain himself.

While extraordinary psychotics are always exceptional, because they embody, in the real, what is lacking in the symbolic order, ordinary psychosis confirms Lacan’s proposition when he affirms that “being mad is no privilege”.[ii]

The cases presented in this Clinical Day should allow us to refine the psychoanalytic clinic of ordinary and extraordinary psychoses, including the field of psychoses in childhood.

It is also the opportunity to verify whether the putting into play of the analyst’s desire makes something possible that, in some cases of psychosis, goes beyond therapeutics.

We hope that the papers, based on the axes & themes proposed, highlight a point that illustrates the clinic that we will address at the XI Congress.

Manuel Fernández Blanco (mafeba@arrakis.es)
Director of the Clinical Day


Axes & Themes:

-. A disturbance at the inmost juncture of the sense of life.
-. Triggering & disengagement
-. Act and transference: interpretation in psychosis.
-. Discreet signs and the desire of the analyst.
-. Repairs of the hole of foreclosure and inventions.
-. The clinic of childhood psychosis.

Conditions and deadline for the submission of papers:

– Only papers coming from members of the WAP will be accepted.

– It is necessary to be officially registered for the Congress.

– The contributions to the Clinical Day must be clinical.

– To propose a paper, it is necessary to send the complete text, while specifying the axis/theme to which it belongs.

– The papers will be strictly limited to 7,500 characters (spaces included).

– The papers are to be sent in Word format, justifying the text to the left. The first and last name of the author should be written at the top in the first line, along with the name of the School to which he or she belongs; in the second line the title of the paper; and in the third line the theme to which it is ascribed.

– The deadline to receive the papers is 3 December 2017.
– Each proposal will be evaluated by two colleagues from a Selection Committee composed of members of all the schools of the WAP.

IMPORTANT: The rooms in which the Clinical Day will be held will not have simultaneous translation. For this reason, colleagues whose proposals have been accepted will be asked to facilitate the translation of their text into another language (which will be indicated) for projection on screen. This translation, which it is the author’s responsibility to provide, will be the condition of the final admission of the paper. It will be understood that the submission of a proposal to present a paper implies the acceptance of this condition.

The papers are to be sent to the following addresses:

Notes:
[i] Lacan, J., “A Question Prior to Any Possible Treatment of Psychosis”, Écrits, London & New York, W.W. Norton, 2006, p. 466.
[ii] Lacan, J., The Seminar of Jacques Lacan, Book XXIII: The Sinthome, Cambridge, Polity, 2016, p. 71




 Jornada Clínica (Cat)


 Jornada Clínica (Esp)


 Journée Clinique (Fr)


Jornada Clínica (Por)

12 de septiembre de 2017

La cause de l'autisme Oui au choix de la méthode de soin. Non à l'interdiction de la psychanalyse.

10 de septiembre de 2017

¡Identifícate! Número 12. Boletín de las XVI Jornadas de la ELP

http://identidades.jornadaselp.com/

#12


¿Es posible estar juntos? ¿Cómo se sostiene el lazo social hoy? Esta semana dos textos abordan desde distintos ángulos, el tema del "nosotros" y "ellos", escritos por Marga Auré y por Gerardo Réquiz. Por otro lado, Elvira Tabernero y Juan Carlos Tazedjián se preguntan acerca de las dificultades y los modos de la entrada en análisis en los sujetos contemporáneos. 

En, El sefie imposible, Ana Cecilia González presenta el trabajo de Cindy Sherman. 

Hasta el próximo número

Gabriela Medin

El sujeto es siempre un emigrante

por Marga Auré
¿Cómo el psicoanálisis puede aclararnos algo sobre el funcionamiento del odio y de la pulsión de muerte? ¿Qué lógica acompaña al odio de sí mismo y el odio al otro? ¿Qué nos permite el psicoanálisis entender de la segregación?
En la concepción pesimista de Freud, el odio -aun siendo una de las manifestaciones de la pulsión de muerte- no deshace alianzas, al contrario, puede crearlas y robustecerlas ya que el lazo del Eros social puede crearse por la identificación al líder. Un grupo de hombres puede constituirse en armada asesina siguiendo a su jefe.
El lazo social para Lacan se funda sin embargo en un rechazo pulsional. Es el rechazo del modo de goce diferente al propio. Siempre nos molesta el vecino con su modo de gozar, de hacer ruido, de levantarse o de taconear. Lacan “Sólo conozco un origen de la fraternidad- quiero decir la humana, de nuevo el humus- es la segregación” (1). Es muy fuerte pensar que la fraternidad está fundada para Lacan en el rechazo.
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Líderes y masa

por Gerardo Réquiz
 
En una crisis como la de Venezuela, donde la palabra no predomina y el amo en el poder desconoce los semblantes institucionales que lo limitan, y el diálogo entre partes en conflicto no prevalece, no es posible avanzar sobre los impases que se vuelven imposibles, entonces se abre, como ha sucedido, el camino hacia la violencia con su saldo de muertes innecesarias.
Con esta realidad se confrontan los líderes de los dos polos que conforman la situación actual del país. Situación que responde igualmente a las tendencias universales del comportamiento de las masas contemporáneas en cuya dinámica se observa la búsqueda de satisfacción inmediata, así como la fuerza menguada de los ideales en el ejercicio del liderazgo.
El liderazgo del chavismo, en particular el que ejercía Chávez, contrasta mucho con los de la oposición. El suyo es un ejemplo de liderazgo más clásico. Mantiene la formula caudillista enlazada a un ideal que él denominó Socialismo del siglo XXI. Chávez era hábil en el uso de la nominación para fabricar realidades. No importa si luego no funcionaban, pero aseguraban un universo que otorga identidades, sentido de pertenencia y protección.
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La Sobre la dificultad de preguntarse por el ¿Quién soy?

por Elvira Tabernero
Cada día, en los últimos años, observamos la dificultad del hombre moderno a preguntarse por el ¿quién soy? , la pregunta del analizante.
Ante esa dificultad la respuesta siempre viene por la afirmación del “nosotros”. El ser hablante “encuentra identidades que la conmueven”, dice Enric Berenguer. Los políticos basan su influencia en su capacidad para conmover, hablan a las tripas, se dirigen a la angustia generalizada. Eso estoy comprobando en el acto de Moción de censura hoy martes 13 de junio, en España y en las últimas campañas electorales de los países europeos vecinos.
La soledad, la búsqueda del yo en el mar de las identificaciones crea demasiada angustia entre los individuos actuales. Se buscan raíces en los nacionalismos, populismos, religiones, grupos de Whatsapp, etc., ante la individualidad producida por el mundo globalizado, uniformizado. Otro “nosotros” aparece como retorno de lo reprimido.
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Cindy Sherman: de la mascarada a la imagen "sinthoma"

por Ana Cecilia González

La obra de la artista norteamericana Cindy Sherman recorre, en una trayectoria de 40 años, el pasaje que va del uso artístico de la mascarada a lo que, con Eric Laurent,  denominamos “manipulación de la imagen sinthoma”.
La serie que la hizo célebre, “Untitled film stills” (1977-1981), está conformada por (auto)retratos en los que produce fotogramas con una estética inspirada en el cine negro.

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 A favor o en contra, pero por tu bien ¡Identifícate!

por Juan Carlos Tazedjián
La forma neoliberal de ejercicio del poder no es tanto la represión, como la “normalización”. Transformar sus fines en algo normal, de sentido común. Para ello es preciso la fabricación de subjetividades que- vía identificación – vivan como propio lo que el Otro del mercado necesita para su funcionamiento. Una forma privilegiada de esas subjetividades es lo que Foucault llamó “el empresario de sí mismo”.
Pero toda forma de poder está acompañada de resistencia al mismo. Para evitar reprimir en lo posible, el neoliberalismo ha creado también las resistencias que se le oponen, subjetividades que podrían agruparse bajo el nombre de “antisistema”, con el acento en el “anti” (porque hay de los otros).
                                                                                                         Leer más........

                                                                                                          

 

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